terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Os melhores do mundo, segundo Michelin


Em sua centésima edição, o celebrado Guia Michelin sái com um livro-brinde em anexo apresentando os melhores restaurantes do mundo. São setenta e duas casas comandadas por chefs famosos e o mundo, para o Michelin, restringe-se à Europa, com alguma concessão aos Estados Unidos e à Ásia.

São cinquenta e cinco restaurantes europeus (25 na própria França) contra seis nos Estados Unidos, nove no Japão e dois na China. A grande maioria oferece, em seus cardápios, a gastronomia francesa. Há pouco espaço para as cozinhas nacionais, como o Lung King Heen, em Hong Kong, localizado no ocidentalizado hotel Four Seasons.

Os setenta e dois templos da boa comida estão no patamar dos caros prazeres reservados aos que podem pagar e concordar com Alain Ducasse, um dos mais estrelados chefs do Michelin. Ele é o primeiro da lista pela órdem alfabética e diz que “a magia das sobremesas é a de nos ajudar cada dia a reencontrar nossa infância. Mas a sobremesa é também para mim o ponto final de uma refeição, sua assinatura. Como a última marca de uma página de prazer que se vira mas que deve permanecer”. Deve se tratar de alguma complexa tese filosófica sobre a magia das sobremesas.

O restaurante de Ducasse hospeda-se no Plaza Athenée, hotel preferido pelos titulares das novas fortunas do Brasil.
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