
Este antigo caminho, que de Cunha segue até Parati, foi aberto pelos índios Tamoios para seus deslocamentos até o mar e, depois, utilizado pelos portugueses que exportavam o ouro de Minas para a metrópole. A estrada é hoje asfaltada no trecho paulista mas, ao cruzar a fronteira com o Estado do Rio, sem revestimento, fica imprestável para automóveis a maior parte do ano. É um trecho de grande beleza, com florestas primárias. Durante séculos, foi o único acesso a Parati.
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