São muitas as profecias do fim do mundo e todas prevêem
grandes catástrofes de fogo e água, choque de planetas, batidas de meteoros. Há
uma crescente consciência de que a espécie humana pode mesmo desaparecer e o
próprio fenômeno da vida significaria
uma doença da crostra terrestre.
Tenho pensado que o nosso maior inimigo na competição pela
existência na Terra é o inseto. Quando a humanidade não mais existir, destruida
pela doenças, restarão as moscas, mosquitos, baratas, escorpiões, percevejos, maruins
e gafanhotos.
Malária, febre amarela, dengue, encefalite japonesa, doença
de chagas, doença do sono, leishmaniose, filariose são algumas poucas da
infinidade de moléstias transmitidas pelos insetos, que são os verdadeiros
predadores do homem.





