quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Um bicho da terra tão pequeno




A postagem de ontem talvez ficasse melhor ilustrada com a última estrofe do primeiro canto de Os Lusíadas:




No mar tanta tormenta, e tanto dano,
Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme, e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
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