terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Quai Branly


Desde Louis XIV, com o Palácio de Versalhes, os governantes franceses amam deixar sua marca construindo monumentos que pretendem eternizar sua passagem. Napoleão, com o Arco do Triunfo, entre outras grandes edificações; Napoleão III com suas pontes sobre o Sena, Pompidou com o centro que levou o seu nome, Miterrand com as pirâmides do Louvre, todos tentam preservar a própria memória.

Jacques Chirac, que deixou o governo em 2007, inaugurou um ano antes de terminar seu mandato o Museu do Quai Branly, uma bela arquitetura que abrigou o antigo Museu do Homem e se convertou no Musée des Arts et Civilisations d’Afrique, d’Asie, d’Océanie et des Ameriques, culturas denominadas não ocidentais.

Sua museologia é clássica, com poucos recursos oferecidos pela moderna tecnologia, mas o projeto arquitetônico do célebre Jean Nouvel é criativo e de uma beleza extraordinária.
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